
As letras enrolam-se na circuncisão do bem e do mal.
O floreado malicioso das máscaras sufocantes, atropelam a humildade inconsciente dos corações de neve deste povo.
Derretam-se almas formatadas!
Inundem-se de sorrisos reluzentes!
Ofusquem-se com claridades transparentes!
Raciocínios equilibrados entre o desequilíbrio de uma balança mal balançada.
Que se passa povo?
Que festa desesperada!
Que constante alcoolemia absurda!
Deixem-se disso pobres criaturas hipnotizadas pelos trocos ocasionais.





